A Tubílare se apresenta como uma "desenvolvedora de produtos criativos", que aos poucos pretende integrar diferentes mercados. Até este momento (2018), somos uma editora, ou seja, estamos focando em livros e materiais impressos.
Onde nos enquadramos no mercado?
Uma dúvida que pode surgir em pessoas com mais conhecimento na área de produção de livros é: "Mas a Tubílare é uma editora que é editora mesmo ou uma daquelas editoras que se dizem editoras mas que não são exatamente editoras?" (Pode não parecer, mas a pergunta se forma na sua cabeça exatamente desse jeito).
Bom, vamos por partes: Aquelas que são consideradas "editoras mesmo" são conhecidas como convencionais ou comerciais. A lógica delas é se encarregar de toda a produção e distribuição dos materiais sem cobrar nada dos autores, pois o lucro virá das vendas dos livros. Por causa disso, este tipo de editora é muito seletiva, de modo que não é qualquer escritor que consegue ser aceito.
Por outro lado, existem as editoras que costumam não ser reconhecidas como tal, mas que também se enquadram nessa definição: São as chamadas editoras prestadoras de serviços. Elas também produzem o material impresso, mas a diferença é que é o autor quem paga pelo processo de produção. Além disso, elas entregam toda a tiragem para o próprio cliente, que então se encarrega de distribuir e/ou vender da maneira que ele achar melhor. Como o lucro já veio do próprio autor, não há a necessidade de se empenhar para vender os livros.
Nesse ambiente, a Tubílare se apresenta como um "modelo híbrido" dos dois tipos de editora: Qualquer obra será aceita para ser publicada (Uma ótima saída quando o projeto em questão já foi recusado por editoras comerciais), embora ajustes possam ser feitos, se for necessário.
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